domingo, 22 de abril de 2012

QUEM NÃO SE SENTA, ALCANÇA

POEMA A JOÃO PAULO II No princípio era o verbo. O verbo era a palavra. A palavra era boa. O verbo era Deus. O verbo estava em Deus. O verbo estava no evangelho. O evangelho era de João. Depois o verbo virou ser. O ser fez-se conhecer. Mesclou-se entre os homens. Não se deixou desaparecer. O ser transladou-se em cartas. Em cartas virou epístolas. As epístolas eram de Paulo. O ser abraçou o tempo. Correu sobre os oceanos. Reconheceram o ser. O ser reconheceu-se no outro. No outro também está o ser. O ser difundiu-se no mundo. O ser estava em João Paulo II. A MÁXIMA DO BUSH Você sabe qual era a máxima do ex-Presidente Bush (ou bruxo, caso queira) ? Foi esta: "o que é meu é meu, o que é seu vai ser meu". Na época da cruel e sanguinária invasão americana, a mulher do Bush lhe falou: "meu bem, todo mundo sabe que o Iraque não tem bombas de extermínio!" Bush respondeu: "o que todo mundo não sabe é a quantidade de petróleo que tem no Iraque!". Pois bem, os santos são as populações e as religiões que avaliam suas grandezas, mas os monstros, os inimigos da paz e da humanidade, somente o tempo pode revelar suas faces. A SI MESMO Você já contou uma piada para você mesmo? Não? Nunca contou? Você está rindo? Então valeu a pena perguntar-lhe. Rir é um ótimo começo. Pois bem, sente-se sozinho em um lugar onde não tenha ninguém (senão vão pensar que você está doido) e conte uma piada para você mesmo. Não ria antes, mesmo que a tenha ouvido de alguém. Conte uma piada para você e ria, ria à vontade. Se você não fizer você mesmo rir, não saberá fazer rir de verdade a outra pessoa. Não diz a oração do pai nosso que primeiro devemos perdoar a quem nos tem ofendido, para depois sermos perdoados pelo Pai Eterno, ou a máxima cristã que devemos primeiramente nos amar para termos condições de amar aos outros? Tem gente que não é amado... mas também eu pergunto: será que ele ama a si mesmo? Você só consegue vender um produto que seria capaz de comprar para si mesmo, de usar, que gostaria de tê-lo com você. Você pode ser feio de doer, mas se chegar diante do espelho e começar a dizer: eu sou bonito, eu sou bonito, eu sou bonito, pode ter certeza absoluta que começará a ficar bonito. Digo isso por experiência própria! VOCÊ SABE PORQUE TODO TURCO TEM O NARIZ GRANDE? NÃO SABE? É PORQUE O AR É DE GRAÇA! TOMA CÁ, DÁ CÁ Esta é mais uma de turco (turno não! turco é a mãe! eu sou sírio-libanês! eu não amasso pão com os pés! eu como com garfo! minha casa é limpa!), o cara é malcriado mesmo, não me deixa escrever sobre ele, se intromete gritando e xingando, mas esta é mais uma de turco. O sujeito chegou na loja do SALIIM e perguntou: "Seu Salim, onde é que fica o lado de lá?" O turcão saiu da loja, chamou o cara lá fora, abriu os dois braços, um apontando pro sul e o outro pro soca-pó e exclamou: "o lado de lá fica lá!" A inteligência deste povo é superior à vidência dos surfis dançantes! Salim e Assef iam frequentemente ao Rio de Janeiro fazer compras. Chegaram em um momento no bairro de Botafogo que estava em obras. À primeira vista se perderam e ficaram olhando para todos os lados. Uns cariocas gozadores num bar ao lado, observando-os, pensaram consigo: "aí tem dois caipiras da roça que nós vamos fazer hora com a cara deles" "olá seus moços, vocês estão perdidos?" "não totalmente nem perdidos, nem achados, nós estamos procurando um representante de louças, mas não estamos conseguindo identificar mais onde era o lugar!" Os cariocas rindo: "aqui é assim mesmo, meus caras. Vocês estão vendo aquele prédião ali com mais de dez andares? Outro dia caiu um cara lá de cima e virou pedacinhos aqui embaixo. Aí apareceu um sujeito com uma cola, juntou os pedacinhos todos, deu um chute na bunda do moribundo e ele saiu correndo e gritando de alegria!". Assef olhou pro Salim, depois olhou pros gozadores e falou: "É este cara mesmo da cola que nós estamos procurando, pois além de louça ele tem a cola também, porque na nossa terra dá muito tremor de terra e as louças caem no chão e quebram, então nós colamos com a cola dele e elas ficam sem nenhum arranhão!" Salim olhou pro Assef, depois olhou pros gozadores e falou (prezados leitores, gostaram da sequência?)... e falou: "Assef tem razão, pois este cara da louça e da cola é conterrâneo nosso lá da Síria. Uma vez um cara foi mexer numa banana de dinamite, ela explodiu e arrancou o braço dele. Este camarada da cola colou o braço dele e ele pode dar uma banana com o braço pra todo mundo, igual a esta que estou dando para vocês. Salim e Assef dando uma banana com os braços para os cariocas tirados a gozadores, sairam andando pocando de rir. TRÊS COISAS QUE NINGUÉM NUNCA VIU: turco em extrema pobreza, cabeça de bacalhau e retrato da sogra na carteira do genro! Postado por José Luiz Teixeira do Amaral/Adameve El Salem às 03:28 0 comentários Links para esta postagem Recebi um email de um leitor dizendo que o meu blog curou a depressão dele. Sem dúvida alguma, este blog é divertido com histórias maravilhosas que fazem rir e rindo você se cura de todas as doenças. A alegria é o melhor remédio, o melhor ansiolítico, a melhor vitamina, o melhor antibiótico. São várias histórias. Lá no final da página você clica em "postagens mais antigas" e vai lendo todas elas em seguida, clicando em "postagens mais antigas", depois clique em "início". Ao lado tem os símbolos tipo um E fechado, que são meus outros blogs e funcionam da mesma forma. Ajude-me a divulgá-los. Vamos encher o planeta de alegria e conhecimento! ISMAEL NO COMÉRCIO Ismael também era de lá, de origem daquelas bandas, daqueles cantos de onde vieram como mascates e cresceram nos pequenos comércios interioranos. Trabalhador ninguém podia duvidar que ele era. Às seis da matina já estava de portas abertas com todos os seus dentes reluzindo ao sol, esperando o primeiro cliente. O esquema de Ismael era inteligente demais. Ele era exímio conhecedor das histórias bíblicas e aplicava toda a sua numerologia em seu negócio. Mas a forma como aplicava, ah! você vai ficar impressionado. Continue lendo para ver. Suponhamos que chegasse um comprador querendo doze metros de cambraia. Seu Ismael colocava o rolo de tecidos sobre o balcão. Media em voz alta "um metro, dois metros, tres metros...", parava, olhava pro sujeito e perguntava: "quantas vezes Josué rodou em volta das muralhas de Jericó?" Tanto fazia o cara saber ou não, mas o que importava para ele era o número sete. Aí dizia: "sete, sete vezes?" Agora ele continua medindo o tecido. Oito, nove, dez, onze e doze. Lembre-se que ele havia parado em tres metros, enfiou a história das sete vezes, falou sete, oito.... e com isso deu um tombo de quatro metros no camarada. Se a compra fosse de vinte e dois metros, quando estivesse nos oito metros, ele perguntava: "quantos irmãos tinha José do Egito?" Doze! Ele continuava contando treze, quatorze, etc. Ganhava quatro metros. No caso que o indivíduo quisesse uma quantidade maior, o que era muito comum naqueles tempos, suponhamos sessenta metros, ele perguntaria por quanto tempo Moisés andou pelo deserto do Saara. Quarenta anos! Logicamente que a pergunta se situaria, quando ele estivesse contando trinta e quatro metros. Depois diria: " quarenta e um, quarenta e dois..." Um dia os fiscais do estado chegaram em sua loja: "Seu Mamed, não tem mais jeito, nós vamos ter que registrar esta loja do senhor. Não dá mais para o senhor trabalhar assim. Os nossos superiores estão nos cobrando!" "Mas como vou fazer, eu não tenho registro de nada, nunca pensei nisto!" "Nós vamos te ajudar, vamos trazer um livro amanhã. É só o senhor se lembrar como começou, com que tipo de mercadoria, nós vemos o que o senhor tem, fazemos um balanço e damos um jeito de começar o registro, para o senhor pagar imposto!" No dia seguinte, quando os fiscais chegaram, seu Mamed estava com as portas da loja fechadas. Em volta dele, tinha um arreio, duas sombrinhas, tres gaiolas, um rolo de chita, duas dúzias de pente, quatro dúzias de cortador de unhas: "Olha aí, me lembro como se fosse agora, eu comecei com isto, o resto é tudo lucra, tudo lucra, tudo lucra! Não precisa de registrar o resto, porque foi tudo lucra!" TURCO NÃO! SÍRIO-LIBANÊS! Seu Mamed cuidava bem de sua loja e procurava oferecer o máximo de mercadorias possivel à sua clientela. Você mal entrava lá e já esbarrava a cabeça em duas rodas de bicicleta Monark, chutava no chão um velocípedes, se embrulhava numa cortina, encostava num rolo de tapete e mergulhava o rosto em vários cordões e fitas coloridas penduradas em cascatas. É loja de turco mesmo, de turco não! Desculpem-me, turco é a mãe! É loja de sírio-libanês, que tem de tudo, desde retrós, enxada, chaveiro, santos, tecidos, sapatos, alpargatas, elástico, linha, coisas fora da linha também, etc. e tal. O rapazinho chegou para comprar uma calça comprida. Experimentou umas dez e meia e ficou justamente com esta última, a depois das dez. Vocês vão entender o porquê. Quando mediu na hora de comprar, ficou uma beleza, parecia até que ele fazia parte colateral da família inglesa. Mas quando a mamãe lavou, oh! meu Deus! A calça encolheu um palmo! "Vá lá agora meu fio, vestido com ela assim e mostra praquele turco ladrão, a merda que ele fez contigo!" O rapaz não perdeu tempo e botou o pé na estrada e depois na entrada da loja do esperto, dito cujo acima. Mas o homem era sabido demais. Olhou pro rapaz com aquela calça curta na canela e exclamou: "Nossa meu filho. Como vocês jovens crescem rápido. Parece até que tomou bicarbonato pra crescer. Em uma semana você cresceu um palmo!". Postado por José Luiz Teixeira do Amaral/Adameve El Salem às 02:42 0 comentários PORTUGA NA LANCHONETE O português récem chegado ao Brasil, estava doidão para conhecer o que era um cachorro quente. De tanto ouvir que o troço era gostoso demais somando a uma fome transatlântica, o gajo não perdeu tempo. Chegou na lanchonete e logo topou de frente uma morenaça gostosuda com uma sainha cuidado com o vento e foi logo deslanchando: "Moça me dá um cachorro quente!" Recebeu o sanduiche e curioso olhou o que estava dentro, ficando apavorado quando viu aquela salsicha vermelha e redondinha: "Moça, eu sou português, sou novato no Brasil, é a primeira vez que como este negócio, e gostaria de começar por uma partizinha do cachorro mais distante da barriga, como por exemplo o lombinho dele!" A moça recolheu o sanduiche e arrumou outro com um hamburguer dentro. "Ah! este tá legal, já é um bom começo, iniciando pela anca do bicho!" A atendente perguntou-lhe: "O senhor quer maionese?" "Não, senhorita, obrigado!" Finalmente derramando um sotaque baiano carregado, ela declamou: "Ké Te Xup?" O português olhou pra ela emocionado: "Querer, eu quero minha querida, mas não aqui no meio de tanta gente!" A NAMORADA RAIMUNDA Você com certeza gosta de passear numa praça nos finais de semana, comer uma pizza, tomar um sorvete, ver as crianças pulando no parque de areia, afinal.....lazer! E foi isto que o dito cujo foi fazer com sua nova namorada Raimunda, herdeira nata do ditado popular "Raimunda feia de cara e boa de b..." Anda pra lá, anda pra cá, gira para a direita, volta pela esquerda, vê um badulaque aqui, outro badulaque ali, uma bugiganga pendurada a dez reais, uma saída de praia, picolé, paçoca, pirulito, feijão tropeiro, arroz à barraqueira e nisto.....passam em frente a um carrinho que vendia milho verde fervido, papa e pamonha. O cara falou: "eu ainda não comi a pamonha!" Mas tinha um bêbado sentado no chão que ouviu ele dizer que não comeu a pamonha. O bêbado olhou a namorada dele debaixo pra cima, de frente e de lado, de frente e de trás e mandou seu bafo: "Se ocê ainda não comeu a pamonha meu filho, ocê abre os óio que o Ricardão vai comê!" Postado por José Luiz Teixeira do Amaral/Adameve El Salem às 01:47 0 comentários Links para esta postagem sábado, 30 de outubro de 2010O MILIONÁRIO FICOU FURIOSO O homem era rico demais. Ele tinha diversas fazendas e a menor delas com quinhentas alqueires de terra. Morava num palácio. Com esta grana toda, a sua preocupação maior era com a segurança. E arrumou o mais bem encomendado de todos os seguranças possíveis. Recomendaram-lhe dizendo que o tal cara lia até pensmentos. O ricaço não fazia pouco caso de ninguém. Contemplava aquele tipo conhecido como popular. Um dia deu um churrascão e convidou também ao segurança para participar. Espeto vai, cachaça vem, espeto vem e mais cachaça vem também. A família toda ali reunida. O segurança pegou o microfone mais bêbado que perú de véspera de natal:" Meus amigos, meus irmãos, meus camaradas eu tenho o dom de sonhar. Quando sonho é tiro e queda, é batata, meu sonho não falha. Sonhei que o avião das dez vai cair!" E a festa continuou. À noite o noticiário lançou o plantão: "Atenção, notícia urgente! Caiu o avião das dez! Não sobrou ninguém para contar a história!" No dia seguinte, na tardinha, o ricão mandou chamar o segurança: "Assina aqui, você está dispensado, não trabalha mais pra mim! Você cometeu tres erros gravíssimos que revelou quando estava bêbado: você dorme quando devia estar me protegendo, você dorme demais ao ponto de sonhar e impediu minha sogra de tomar o avião das dez!" MUDARAM O NOME DO CARA Em cidade grande a gente tem que ficar atento. Quem é que não sabe disto? Se você der bobeira você dança. Não adianta dar rasteiras em jacaré porque ele já anda com a barriga no chão. Num minuto de vacilo, meu amigo deixou uma pasta com todos os seus documentos sobre o balcão de um bar. Ele adora andar bem arrumado, principalmente com roupa de marca e isto chama muito a atenção. Agora vejam! Quando voltou vinte minutos depois, não tinha nem uma pontinha de papel no lugar. Já ouviram falar daquela história em que perguntaram ao cara de onde ele era e ele disse que era da spanha? "Espanha? Você é de lá? Sim, sou de lá, se você deixar alguma coisa sobre o balcão elispanha" Pois bem, o meu amigo deixou a pasta e eles a levaram! Ficou apavorado, pois sua carteira também evaporou. Rapidamente entrou numa padaria ao lado e dirigiu-se à atendente: "Senhorita, me ajude por favor. Roubaram todos os meus documentos. Junto foram minha carteira e também o meu celular! Deixe eu dar um telefonema para minha casa. Se eu te disser meu nome, não tenho como provar quem sou eu!" A mocinha respondeu: "Eu não conheço o senhor pessoalmente, mas eu sei qual é o seu nome!" "Ah! você está brincando minha filha. Se você sabe qual é o meu nome, então você vai adivinhar quem roubou-me!" "Senhor, o seu nome está aí bem escritinho na sua camisa e na bunda da sua calça: PIERRE CARDIN! Inclusive sua mãe soube lhe botar um nome bem bonito!" PEGA VOTO Por cima de sua botina enlameada e debaixo de seu chapéu de palha esfarrapado o vereador Pega Voto conseguiu se reeleger tres vezes! Lágrimas de crocodilo é o que tinha de sobra. Não perdia uma visita a um doente, a um récem-nascido, não esquecia do aniversário de ninguém e era o primeiro a segurar na alça do caixão. Mas tudo tem seu tempo e seu suportamento, pois chega um momento que a coisa tá tão na cara que não dá para esconder debaixo de um guarda-chuva. Lá ia o enterro solenemente, com uma chuva caindo fininha. O cara se aproximou: "deixe eu carregar o caixão também!" "não! não! não! e não! responderam em única voz, os quatro mosqueteiros batedores de laje firmemente agarrados nas alças do cofre mortuário." "deixe eu levar só um pouquinho meus amigos!" "nem um pouquinho e nem um poucão!", em conjunto responderam os quatro. "mas deixe eu levar também!" "não vai levar de forma nenhuma esse não!". O vereador Pega Voto, furioso replicou: "então vocês enfiam este morto na traz.....!" Os quatro num único movimento deixaram o caixão no chão: "pode ficar com o morto, é todo seu!". Pega Voto percebendo a gafe que tinha cometido e o risco de seu desaparecimento político, fez um remendo rápido no furo de sua idiotice: "estou botando o morto nas costas e indo pra trazeira da fila enfiar ele lá, pois quero ir atrás, e vocês vão na frente, não neste silêncio, mas banhando a estrada de lágrimas e orações, para honrar o meu sacrifício em nome deste ilustre cidadão!". AÇOUGUEIRO DA CONFUSÃO NOMINAL Seu Paulo tinha um açougue com um movimento excelente. Ele era um bom comerciante, o que significa que sabia comprar e vender. Isto naquele interiorzão significava catimbar o preço na compra e tratar bem a freguesia. Também vendia de tudo. Vendia carne de boi, de porco, de galinha, de avestruz, de credo em cruz só não vendia sombra porque não tem como embrulhar. Um dia chegou ao açougue uma senhora e começou a soletrar uma placa de preço:" tes....tes....testi....coslosloscostesti....testículos!!!! O que é isso Seu Paulo?" Este inclinando educadamente respondeu-lhe: "são os ovos do boi!" E foi atendendo aos outros pedidos, até que a mulher o chamou a um canto: "Seu Paulo, eu quero duas dúzias de testículos de galinha!".

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