Certo professor me afirmou categoricamente que o universo é finito. Vamos pensar um pouco! Respondi-lhe, no momento em que entrava um outro professor.
Finito? Você tá louco? O universo é infinito! Replicou. Vamos pensar um pouco! Respondi outra vez. Como estávamos sentados em torno de uma mesa, perguntei-lhes: porque esta mesa é finita? Porque tem fim aqui na borda! respondeu um deles. Pois é, respondi-lhes, ela tem fim, porque em volta dela tem cadeiras. As cadeiras tem fim porque em volta delas tem as mesas dos computadores. Estas tem fim porque encostados nelas estão os armários, as paredes, as outras salas, etc. Todos tem um fim em comparação entre si. O que haverá depois do fim do universo para que ele tenha fim?
E se for infinito como você (o outro) afirma? O que é uma coisa que não tem fim? Que experiência podemos efetuar com uma coisa infinita?
O nosso modelo mental não alcança categorias para explicar racionalmente estas questões acerca do universo, porque nossas estruturas transcendentais da mente não tem modelos para gerenciar estas idéias, uma vez que os modelos mentais estão presos aos sentidos e para se compreender estes fenômenos seriam necessários outros sentidos.
Durante nosso processo de evolução terrestre devido à inospitalidade ambiental nós desenvolvemos sentidos de adaptação ao meio.
Talvez a intuição seja um sentido ainda em formação, que num futuro possa se abrir para novas compreensões do universo.
Veja o blog http://joseluizteixeiradoamaral.blogspot.com - Abraços a todos.
Poeta, escritor, amante da música e da arte. Um ser humano muito simples em busca do significado profundo da vida, que é o amor, por onde a humanidade ganha sentido no exercício da fraternidade.
sábado, 31 de julho de 2010
José Luiz Teixeira do Amaral
Leia o primeiro blog com o título acima, pois ele é muito interessante e traz informações preciosas sobre ciência, arte e cultura.
BIN LADEN MORREU
A notícia só não varreu os quatro cantos do planeta, por ele ser arredondado, mas percorreu pelos seus múltiplos infinitos polos. Bin Laden estava escondido numa caverna perto de uma aldeia afegã. Um jovem brincava do lado de fora da caverna fantasiado de diabo louco para assustar seus colegas. Quando Bin Laden saiu para respirar um ar mais puro e viu-se de frente com aquela criatura, tomou um susto enorme, pois pensou que o Satã Mor do Ocidente veio buscá-lo. O famoso terrorista não suportou o impacto desta impressão e morreu imediatamente.
No mundo árabe foi imensa a dor de sua morte. Mas vamos ver o que aconteceu no mundo ocidental: Bush ficou nervosíssimo. Além de não ter sido ele o assassino, já contava o prejuízo que tomaria. Depois dos seus altos lucros com a queda das duas torres que propulsionaram os negócios familiares em termos de armamentos, seguros e petróleo, um acidente deste ocasionado sem sua manobra e estratégia, não se transformaria em lucros e sim em elevadíssimos prejuizos.
Os fabricantes de armas se desesperaram. Se o estopim das guerras faleceu, como ficaria o depósito de armas fabricadas nos últimos dias?
A família inglesa e os megainvestidores das bolsas tremeram em suas bases, pelo fato não ter sido previsto anteriormente. Maldito diabo adolescente afegão!
Nos botecos brasileiros a reclamação foi geral. Como nós vamos justificar todas as cervejas e a saideira junto? Os donos de banca de jornal também ficaram muito preocupados, pois venderam muito neste dia, mas e os outros dias que virão? Só se consolaram ao pensar na situação que ficaram os jornais, as revistas e a mídia em geral.
Os professores nas escolas, embarcados sabiamente no 171 da interdisciplinaridade, não teriam mais assunto a puxar, quando quisessem murcegar suas aulas.
Psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, terapeutas, padres, pastores, vigários e vigaristas, todos no mesmo barco entraram em pânico. Diminuiria com certeza a clientela. Pessoas não bateriam mais às suas portas com manias de grandeza, de perseguição, com toc's, depressões, paranóias, esquizofrenias e mais uma série de eczemas mentais.
E quando chegar o carnaval? Pensaram os comerciantes das ruelas sem taramelas. Outros mais religiosos jogaram fora seus porretes de bater em Judas no dia do Sábado de Aleluia.
Até o mendigo da praça chorou de tristeza. Ele que não tinha nada mais a perder, não conseguiu deixar escapar meia dúzia de lágrimas (era tudo o que tinha). Ninguém mais apontaria o dedo para ele: olhe o BIN ali!
Muitas garotas de programa entraram em parafusos. Jogaram fora suas fantasias do terrorista e com certeza diminuiria razoavelmente o número de clientes.
Logo agora no ano politico? Bradaram os políticos tupiniquins deixando cair seus dólares sob as cuecas, ao se sentarem em seus piniquinhos de ouro.
Se com BIN era ruim, sem BIN é pior! Suspirou o velho aposentado que só tinha dois assuntos a tratar com seu melhor amigo: baralho e BIN LADEN.
Até dois garotos criativos na escola, ficaram tristes. Para burlar seus professores bolaram um novo jogo: cara seria BIN e coroa seria LADEN. Quando gritavam: BIN ou LADEN? Falavam rapidamente e os professores não percebiam que era um jogo de cara e coroa e ficavam satisfeitos, pois, enganados pensavam que o assunto era cultural.
Mas a tristeza durou pouco tempo. Os donos do mundo não cochilam no sereno. Uma semana depois explodiu um café em Paris. Al Shafir assumiu o atentado. Todos respiraram aliviadamente.
No mundo árabe foi imensa a dor de sua morte. Mas vamos ver o que aconteceu no mundo ocidental: Bush ficou nervosíssimo. Além de não ter sido ele o assassino, já contava o prejuízo que tomaria. Depois dos seus altos lucros com a queda das duas torres que propulsionaram os negócios familiares em termos de armamentos, seguros e petróleo, um acidente deste ocasionado sem sua manobra e estratégia, não se transformaria em lucros e sim em elevadíssimos prejuizos.
Os fabricantes de armas se desesperaram. Se o estopim das guerras faleceu, como ficaria o depósito de armas fabricadas nos últimos dias?
A família inglesa e os megainvestidores das bolsas tremeram em suas bases, pelo fato não ter sido previsto anteriormente. Maldito diabo adolescente afegão!
Nos botecos brasileiros a reclamação foi geral. Como nós vamos justificar todas as cervejas e a saideira junto? Os donos de banca de jornal também ficaram muito preocupados, pois venderam muito neste dia, mas e os outros dias que virão? Só se consolaram ao pensar na situação que ficaram os jornais, as revistas e a mídia em geral.
Os professores nas escolas, embarcados sabiamente no 171 da interdisciplinaridade, não teriam mais assunto a puxar, quando quisessem murcegar suas aulas.
Psiquiatras, psicólogos, psicanalistas, terapeutas, padres, pastores, vigários e vigaristas, todos no mesmo barco entraram em pânico. Diminuiria com certeza a clientela. Pessoas não bateriam mais às suas portas com manias de grandeza, de perseguição, com toc's, depressões, paranóias, esquizofrenias e mais uma série de eczemas mentais.
E quando chegar o carnaval? Pensaram os comerciantes das ruelas sem taramelas. Outros mais religiosos jogaram fora seus porretes de bater em Judas no dia do Sábado de Aleluia.
Até o mendigo da praça chorou de tristeza. Ele que não tinha nada mais a perder, não conseguiu deixar escapar meia dúzia de lágrimas (era tudo o que tinha). Ninguém mais apontaria o dedo para ele: olhe o BIN ali!
Muitas garotas de programa entraram em parafusos. Jogaram fora suas fantasias do terrorista e com certeza diminuiria razoavelmente o número de clientes.
Logo agora no ano politico? Bradaram os políticos tupiniquins deixando cair seus dólares sob as cuecas, ao se sentarem em seus piniquinhos de ouro.
Se com BIN era ruim, sem BIN é pior! Suspirou o velho aposentado que só tinha dois assuntos a tratar com seu melhor amigo: baralho e BIN LADEN.
Até dois garotos criativos na escola, ficaram tristes. Para burlar seus professores bolaram um novo jogo: cara seria BIN e coroa seria LADEN. Quando gritavam: BIN ou LADEN? Falavam rapidamente e os professores não percebiam que era um jogo de cara e coroa e ficavam satisfeitos, pois, enganados pensavam que o assunto era cultural.
Mas a tristeza durou pouco tempo. Os donos do mundo não cochilam no sereno. Uma semana depois explodiu um café em Paris. Al Shafir assumiu o atentado. Todos respiraram aliviadamente.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
FRANCOMACOM E A IDADE DO HOMEM
No meu texto "a idade do homem", eu escrevo que na natureza nada se perde, nada se cria, nada se transforma, enquanto que Lavoisier disse que na natureza nada se perde, nada se cria e tudo se transforma. Na realidade dá no mesmo e depende do ângulo em que você olhar. Aí está a velha antítese entre Parmênides e Heráclito, no Antigo e Vasto Mundo Grego. Só vou lhe fazer uma perguntinha para movê-lo a pensar: você, caro leitor, tem a certeza absoluta de que toda a transformação que você percebe é realmente um movimento cambiante ou estático? Veja que a análise do movimento faz parte da consciência objetiva racional do homem. Será que nós temos certeza absoluta da realidade da característica do movimento ou da aparente transformação que observamos na natureza?
Prof. José Luiz Teixeira do Amaral
Prof. José Luiz Teixeira do Amaral
A PALAVRA PERDIDA
Há muitas pessoas místicas que estão atrás de encontrar a palavra perdida. Que palavra seria esta? Seria o nome divino original? Seria o sagrado som aum ou om? Seria do conhecimento dos mestres maçons e dos rosacruzes? Seria o verbo solar do Evangelho de São João?
Mas para a encontrarmos, precisamos entoar primeiramente a palavra encontrada. Qual seria a palavra encontrada? Aquela que modifica e reconstroi. Qual palavra seria esta? A palavravra encontrada, em nossa lingua portuguesa se chama AMOR.
Mas para a encontrarmos, precisamos entoar primeiramente a palavra encontrada. Qual seria a palavra encontrada? Aquela que modifica e reconstroi. Qual palavra seria esta? A palavravra encontrada, em nossa lingua portuguesa se chama AMOR.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
A IDADE DO HOMEM
Sabe quantos anos você tem? Ah!! dezoito, vinte, quarenta, sessenta, etc. são apenas instâncias deste momento. Se na natureza nada se perde, nada se cria e nada se transforma, você tem a idade do universo. Um abraço do seu amigo Adameve El Salem.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO
Lembre-se: você não está sozinho. Eu sempre escreverei algo para você. Você não me conhece pessalmente, mas estará comigo animicamente. Saiba que sou do bem. Que faço o bem. Eu quero que você seja feliz. Não há uma outra pessoa igual a você. Venha participar desta corrente. Toda a pessoa que você passar por ela, seja onde for, pense mentalmente: eu quero que você seja feliz. Ajude-me a divulgar esta idéia pelo planeta que é seu.
PLANETA PAZ
Eu te pergunto: quantas pessoas moram ao seu lado que desejam neste exato momento que toda a humanidade seja feliz? Nenhuma? E na sua rua? Nenhuma? E no seu município? Uma? E no seu Estado? umas quatro? E no seu país? Uns doze? E no seu continente? Uns cinquenta? E no planeta? Uns quinhentos?
Então deseje a humnidade toda feliz. Todos com comida, com roupa, com casas para morar, com trabalho, com família, sem guerras, sem atritos, enfim, todos em PAZ.
Além de ser o único de sua rua, você será especial em todo o planeta.
Então deseje a humnidade toda feliz. Todos com comida, com roupa, com casas para morar, com trabalho, com família, sem guerras, sem atritos, enfim, todos em PAZ.
Além de ser o único de sua rua, você será especial em todo o planeta.
O CORAÇÃO DO POETA
Se você perguntar a um professor de geografia qual o maior rio do mundo, ele certamente dirá que é o Rio Amazonas, porque tem tantos quilômetros de comprimento, tantos de largura, tantos metros de profundidade, porque, porque, porque... Mas se você fizer a mesma pergunta a um poeta, com certeza ele imitará Fernando Pessoa e dirá: é o riozinho que passa em minha terra natal. A linguagem científica do poeta é a linguagem noética, a mesma que fundamenta o universo. O poeta é como o jovem. O jovem, em lugar de avenidas organizadas, auto-pistas controladas, etc. prefere as veredas colaterais, os caminhos de terra, os contornos atrás dos muros. É ali que estão as experiências inesqueciveis, os sentimentos inusitados e os momentos inéditos que ficam para sempre na lembrança. O coração do poeta trilha por estes caminhos, porque ele está ligado ao sol central do universo.
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